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ESOTERISMO: INVESTIGUEN QUIÉN ES JAÚ, QUE SUELE APARECER EN UN JARDÍN ZEN. LAS COSAS PERVERSAS QUE DICE ESTE PERSONAJE, MISERABLES Y ESTÚPIDAS, AL MISMO TIEMPO...

Jaú

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
CREO QUE ESTE ES "JALIMAT"
Município de Jaú
Vista (do shoping) de Jaú 150606 REFON.jpg

"Capital do Calçado Feminino"
"Capital da Terra Roxa"
Bandeira de Jaú
Brasão de Jaú
BandeiraBrasão
Aniversário15 de agosto
Fundação1853 (157–158 anos)
Gentílicojauense
LemaIBICÁ RE IG
"rio que leva para a terra boa"
Prefeito(a)Osvaldo Franceschi Junior (PV)
(20092012)
Localização
Localização de Jaú
Localização de Jaú em São Paulo
Localização de Jaú em Brasil
Jaú
Localização de Jaú no Brasil
22° 17' 45" S 48° 33' 28" O22° 17' 45" S 48° 33' 28" O
Unidade federativa São Paulo
MesorregiãoBauru IBGE/2008 [1]
MicrorregiãoJaú IBGE/2008 [1]}}
Municípios limítrofesBocaina, Dourado, Dois Córregos, Pederneiras, Itapuí, Bariri, Barra Bonita, Mineiros do Tietê e Macatuba
Distância até a capital296 km
Características geográficas
Área688,337 km² [2]
População131 068 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade190,41 hab./km²
Climatropical Aw
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDH0,819
elevado PNUD/2000 [4]
PIBR$ 1 556 456,687 mil IBGE/2008[5]
PIB per capitaR$ 11 661,56 IBGE/2008[5]

Jaú é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se à latitude 22º17'44" sul e à longitude 48º33'28" oeste, estando a 541 metros de altitude. Sua população é estimada em 135.546 habitantes. O município é um importante pólo de desenvolvimento industrial e agrícola, destacando-se pela grande quantidade de fábricas de sapatos femininos, sendo conhecida como a capital do calçado feminino. Jaú destaca-se também pela qualidade de vida proporcionada aos seus habitantes.

Índice

[esconder]

[editar] História

Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio e Prefeitura em 1920.

Os bandeirantes que seguiam pelo rio Tietê, pescavam um peixe chamado Jaú, na foz de um ribeirão. O local, desde então, ficou conhecido como Barra do Ribeirão do Jaú. Motivados pela excelente qualidade da terra roxa, abundante na região, os primeiros habitantes oriundos de Itú, Porto Feliz, Capivari e do sul de Minas Gerais, aí se fixaram com suas famílias.

A fundação data de 15 de agosto de 1853, quando alguns moradores da região decidiram organizar uma comissão composta pelos cidadãos Bento Manoel de Moraes Navarro, capitão José Ribeiro de Camargo, tenente Manoel Joaquim Lopes e Francisco Gomes Botão para tratar da fundação do povoado. Por proposta de Bento Manoel de Moraes Navarro o povoado foi fundado sob a égide de Nossa Senhora do Patrocínio, tendo, inclusive, Bento Manoel mandado entalhar em Itu a imagem da referida santa, ofertando-a á sociedade local.

Depois de vários estudos, ficou decidido em uma reunião realizada na residência de Lúcio de Arruda Leme (localizada onde hoje se encontram as ruas Edgard Ferraz e Amaral Gurgel) que seria erguido um povoado na área de 40 alqueires, doados em partes iguais por Francisco Gomes Botão e tenente Manoel Joaquim Lopes. Estas terras eram aquelas compreendidas entre a margem esquerda do rio Jaú e a do Córrego da Figueira. Em 8 de abril de 1857, a lei nº 25 incorporou os Bairros de Tietê, Curralinho e Jacareí. A lei nº 11 de 24 de março de 1859 elevou a capela do Jaú no município de Brotas, à freguesia, a qual por sua vez foi elevada à vila pela lei nº 60 de 23 de abril de 1866 e em 15 de abril de 1868 é criado o Termo de Jaú, sedo o seu primeiro Juiz Municipal Antonio Ferreira Dias e primeiro delegado de polícia, o tenente Antônio Manoel de Moraes Navarro - filho de Bento Manoel de Moraes Navarro.

É elevado à município com a lei nº 6 de 6 de fevereiro de 1889.

O fato de o município estar situado em uma região de terra roxa, que possui uma alta fertilidade, contribuiu para que Jaú se tornasse um dos principais centros produtores de café do Estado de São Paulo e do país.

Rua Humaitá, Embarque de Café.

Por volta de 1870 a cultura cafeeira no município de Jaú solidificou-se, proporcionando o surgimento de uma elite de ricos fazendeiros. Com a chegada da "Companhia Estrada de Ferro do Rio Claro" (The Rio Claro Railway), em 1887, o escoamento da produção foi facilitada e as exportações cresceram vertiginosamente. De acordo com o relatório estatístico da mencionada companhia, “Jahu foi o município que liderou os embarques de café, para o Porto de Santos, no litoral paulista, desde 1895, gerando para a companhia ferroviária maior receita de carga, dentre os principais municípios produtores” (SANTOS, FELTRIN, 1990, p. 11). Em 1907 segundo dados da "Companhia Paulista de Estradas de Ferro" o município de Jaú, o mais rico e maior produtor de café da Zona da Paulista, ocupava o primeiro lugar nas estações da Companhia, tornando-se o centro produtor que mais exportava café em todo o mundo.

Esquina da Rua Major Prado com a Rua Amaral Gurgel em 1925.

Com essa rápida evolução econômica a população aumentou e em 1900, a população totalizava cerca de 36.000 habitantes, com um aumento de 7,5%, tornando-se o oitavo município mais populoso do Estado de São Paulo, e a quinta maior comarca.

A riqueza obtida pela produção do café fez com que Jaú se tornasse um dos mais ricos municípios de todo o Estado, sendo importante ressaltar que naquela época Jaú, Ribeirão Preto e Campinas eram os únicos municípios do interior paulista a ter o privilégio de possuir calçamento urbano. Em 28 de setembro de 1901 deu-se a inauguração da "Companhia de Força e Luz do Jahú", sendo o quarto município do país a ter o benefício da luz elétrica.

Outros fatos interessantes que demonstram a riqueza vivida pelos fazendeiros na época era a importação de mão-de-obra especializada para a construção de grandes palacetes e que no ano de 1922 o número médio de chamadas por aparelho telefônico em Jaú superava as centrais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Rua Major Prado em 1930.

O grande desenvolvimento econômico proporcionado pelo café, fez com que o município de Jaú ganhasse o título de “Capital da Terra Roxa”. Na época, os antigos fazendeiros queriam evidenciar a tamanha prosperidade do município de alguma forma e para isso, começaram a realizar construções suntuosas, que hoje formam o patrimônio arquitetônico do município:[...] o café mudaria para sempre também a paisagem urbana, dotando o município de toda a beleza arquitetônica que mistura vários estilos e que identifica de maneira original nosso meio ambiente urbano. Realmente foi graças ao glorioso período cafeeiro que Jahu acumulou um expressivo patrimônio arquitetônico. Naquela época foram construídos os edifícios mais importantes do município.(LEVORATO, 2003, p. 80).

Na década de 1929, com a crise econômica e a depressão mundial, o império cafeeiro perde rapidamente seu esplendor e glória. Os preços se aviltam e os fazendeiros, rapidamente, vão abandonando a cultura que lhes rendeu por tanto tempo, prestígio e riqueza.(CLARO, 1998, p. 26).

Lojas Penambucanas na Rua Major Prado em 1920.

Referências:

  • CLARO, Waldo. Jaú – A Semente e a Terra. Jaú: Comércio do Jahu, 1998.
  • LEVORATO, Adão Valdemir. O Jahu – Encontros, Cantos e Encantos – A cidade em cores. São Paulo: Dom Bosco, 2003

[editar] Símbolos Cívicos

[editar] Bandeira

Sextavada, sendo os quartéis de tralha e da ponta nas cores alternadas de vermelho e branco e os das laterais de azul, constituídos por seis faixas amarelas, disposta duas a duas no sentido horizontal, em banda e em barra e que partem de um círculo amarelo central onde o Brasão do município é aplicado, com a simbologia das cores, a saber:

  • Amarelo - Riqueza, glória, explendor e mando
  • Azul - Justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade
  • Vermelho - Audácia, coragem, valentia e intrepidez
  • Branco - Paz, trabalho, religiosidade, amizade e pureza

[editar] Brasão

O escudo de armas de Jaú foi instituído pela lei municipal nº 77, de 13 de maio de 1949, resultante do projeto de lei do vereador Benedito de Assis. Foi sancionado pelo prefeito Osório Ribeiro de Barros Neves.

É autor do brasão Roberto Thut sob orientação do arquiteto Fernando Martins Gomes. Thut assim o descreve: "O escudo português é o que melhor convém aos brasões de municípios brasileiros, dada a formação étnica de nosso povo. Como elementos do escudo temos primeiramente o rio e o peixe Jaú, como símbolo toponímico, constituindo assim figuras heráldicas parlantes do nome do município. Em seguida, a águia que evoca o feito memorável da travessia do Atlântico por João Ribeiro de Barros, sendo a hélice, com a legenda "Jahu", alusão ao avião com que aquele aviador jauense realizou a grande façanha(...)

O escudete da torre central da coroa mural evoca Nossa Senhora do Patrocínio, padroeira do município, pois o campo de arminhos (símbolo da pureza) mantelado de azul (cor do céu, reino da padroeira) lembra o manto protetor de Nossa Senhora sobre o município. Desta forma, este símbolo relembra a índole cristã e católica do povo jauense, cuja crença religiosa ficará fixada no brasão de sua terra (este símbolo não existe mais no Brasão jauense).

Os dois suportes representam as antigas matas virgens (perobeiras), existentes antes da fundação de Jaú, que se transformaram em ricos cafezais (cafeeiros).

[editar] Arquitetura

Estação do Som.

Através das construções pode-se ver a memória, a importância e a história do município. Apresenta mais de 400 prédios históricos edificados durante os áureos anos do café. Essas belas edificações centenárias encontram-se distribuídas principalmente pelo centro da cidade. A que mais impressiona é a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio, sendo a quarta edificação da igreja, o atual prédio, vazado no estilo neogótico alemão e inaugurado em 1901 possui grandes dimensões e uma beleza inigualável. O templo é decorado internamente por diversas pinturas e possui vitrais e um órgão importados da Alemanha, telhas importadas da França, piso hidráulico, um carrilhão de belos cinco sinos, além de inúmeras obras de arte em madeira e mármore.

A antiga estação ferroviária encontra-se restaurada sendo a última de três, já que as outras estações infelizmente foram demolidas. Merecem destaque também: O primeiro grupo escolar de Jaú " Pádua Salles" sendo Euclides da Cunha o responsável pelo projeto; O Mercado Municipal; O edifício da atual Delegacia Regional de Ensino; O prédio da Delegacia Seccional de Jaú; A sede do Jahu Clube, projetada por Ramos de Azevedo; O grupo escolar "Major Prado"; As partes antigas dos hospitais Amaral Carvalho e Santa Casa de Misericórdia e os edifícios dos extintos bancos "Francês-Italiano" e "Melhoramentos do Jahú".

A arquitetura moderna também se faz presente em Jaú, representada principalmente pela estação Rodoviária e pelo Paço Municipal, sendo que o projeto da primeira foi de autoria do renomado arquiteto Vilanova Artigas e o da segunda de seu sócio Carlos Cascaldi.

[editar] Geografia

Possui uma área de 688,337 km².

  • Altitude: 541 m
  • O município é banhado pelo rio Tietê e seus afluentes Rio Ave Maria e Rio Jaú, e beneficia-se da hidrovia Tietê-Paraná através do transporte intermodal hidroferrodoviário.
  • Solo: excelente para atividades agrícolas, a terra predominante no município é de latosol roxo, com textura argilosa e muito profunda.
  • Precipitação pluviométrica anual: entre 1.200 mm e 1.400 mm
  • Temperatura: 18°C e 22°C.

[editar] Clima

  • Média anual:22,8°C
  • Mês mais quente janeiro:24,6°C
  • Mês mais frio julho:17,1°C
  • Máxima absoluta:39,7°C
  • Mínima absoluta:0,3°C

[editar] Demografia

Dados do Censo - 2000

[editar] Etnias

Cor/RaçaPercentagem
Branca91,1%
Negra2,2%
Parda5,7%
Amarela0,4%

Fonte: Censo 2000

População total: 112.042

  • Urbana: 107.808
  • Rural: 4.234
    • Homens: 55.392
    • Mulheres: 56.650

Densidade demográfica (hab./km²): 156,00

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 11,50

Expectativa de vida (anos): 73,74

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,21

Taxa de alfabetização: 92,58%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,819

  • IDH-M Renda: 0,774
  • IDH-M Longevidade: 0,812
  • IDH-M Educação: 0,872

(Fonte: IPEADATA)

[editar] Localização

  • Jaú localiza-se na região central do Estado, a 296 km da capital.

[editar] Hidrografia

[editar] Rodovias

[editar] Economia

Shopping do calçado (temático).

Principais atividades econômicas:

  • Indústria calçadista e agroindústria canavieira (açúcar e álcool);
  • O setor industrial é diversificado sendo representado também por indústrias de transformação, metal-mecânica, alimentícias e de celulose.
  • A Agricultura é desenvolvida principalmente pela alta fertilidade do solo tipo Latosol roxo: cana-de-açúcar, café, frutas e algodão.
  • A atividade comercial também é influente na economia jauense, com destaque para os quatro shoppings do município.
  • A prefeitura de Jaú também oferece diversos benefícios para as indústrias que desejam se instalar no município.

[editar] Infraestrutura

  • 97% das ruas são pavimentadas;
  • 100% das ruas são iluminadas;
  • 100% das residências abastecem-se com água tratada;
  • 100% das residências têm o esgoto coletado e tratados.
  • Jaú também é reconhecida pelo urbanismo, por suas belas praças e avenidas.
  • Jaú também possui um sistema inovador de ônibus visando a inclusão dos deficiêntes, onde todos os ônibus têm um sistema que alerta ao usuário sobre sua chegada ao se aproximar do ponto.

[editar] Educação

[editar] Instituições públicas

Jaú possui uma unidade da Universidade de São Paulo (USP). Quatro cursos de graduação e dois cursos de pós-graduação serão implantados. Jaú sediará o Pólo de Aplicação e Desenvolvimento de Tecnologia da Água, Energia e Biomassa e o Centro de Ensino e Treinamento de Água e Energia. Os cursos de graduação serão: Engenharia da Energia e Administração em Agronegócios, atuação do Centro Internacional da Agroenergia e a Nova Área de Concentração em Água e Energia. A pós-graduação abrangerá os cursos de agroenergia com área de concentração em biomassa, bioenergia, energias renováveis, tecnologia aplicada e sustentabilidade. A vinda da Universidade ESALQ-USP para Jaú promove benefícios incalculáveis, pois torna o município como centro de referência e inteligência na área da bioenergia, acarretando a movimentação de professores especializados, cientistas e incrementando a atividade econômica do município com a possível vinda de estudantes de várias partes do Brasil e do mundo e assim impulsionar o desenvolvimento agrícola e acadêmico de Jaú.

Além da USP, a cidade conta com a Faculdade de Tecnologia do Jahu (FATEC). A FATEC tem implantados onze cursos superiores de tecnologia: Construção e Manutenção de Sistemas de Navegação Fluvial, Gestão da Produção de Calçados, Informática, Operação e Administração de Sistemas de Navegação Fluvial, Construção Naval, Gestão da Produção Industrial, Gestão da Tecnologia da Informação, Logística, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Sistemas de Navegação e Sistemas para a Internet.

Também há a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que tem como prioridade a formação de professores para a Educação Básica e a qualificação de servidores públicos. Para atingir esse objetivo central, a UAB realiza ampla articulação entre instituições públicas de ensino superior, estados e municípios brasileiros para promover, através da metodologia da educação à distância, acesso ao ensino superior. Em parceria com a Prefeitura de Jaú, por meio da Secretaria Municipal de Educação, o polo da UAB-Jaú funciona desde 2009, com a oferta de cursos de aperfeiçoamento, graduação e pós-graduação lato sensu, em parceria com diversas universidades públicas, como a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)e a Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP).

[editar] Fundações

Há as Faculdades Integradas de Jaú, que são parte da Fundação Educacional "Dr. Raul Bauab".

O município também possui a Universidade Corporativa Amaral Carvalho (UCAC) é uma entidade criada para proporcionar o desenvolvimento do capital intelectual e humano da Fundação Amaral Carvalho em habilidades técnicas e conceituais.A entidade possui convênios de Cooperação Técnico-Científica com diversas universidades como UNESP, USP, Universidade Federal de São Carlos e Unicamp e aguarda a homologação da certificação como Hospital de Ensino. A homologação deve apontar a Fundação Amaral Carvalho como Centro de Referência em Oncologia, o nível máximo na hierarquia técnica da área.

[editar] Instituições Particulares

Funciona em Jaú a UNIESP (antiga Faculdade Jauense) Há também diversos cursos à distância oferecidos por outras instituições.

[editar] Cursos Técnicos

No município há também grande número de cursos técnicos e profissionalizantes, sendo referência nessa área. As principais escolas são o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI),o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC),o IBEM (Instituto Bezerra de Menezes),o IEP,a ETEC Joaquim Ferreira do Amaral (Escola Industrial - administrada pelo Centro Paula Souza e governo do estado) e a ETE "Prof. Urias Ferreira" (Colégio Agrícola - também administrado pelo Centro Paula Souza e governo do estado).

[editar] Esporte

Estádio Zezinho Magalhães, o "Jauzão".

O município é sede do Esporte Clube XV de Novembro de Jaú, também conhecido como "O Galo da Comarca". O XV é considerado uma das equipes mais tradicionais do futebol do interior paulista. Seu estádio é o "Zezinho Magalhães" (Jauzão), com capacidade para abrigar, comodamente, 20 mil espectadores. O clube já participou da série A-1 do Campeonato Paulista em 1951, em 1976 e em 1995, mas atualmente disputa a Série A3 (Terceira Divisão) do torneio. As cores que utiliza são o verde e o amarelo.

[editar] Saúde

O município conta com excelentes instituições na área da saúde com destaque para o Hospital Amaral Carvalho, referência nacional em oncologia e considerado o melhor hospital nessa área no Estado de São Paulo. Atuam também em Jaú a Santa Casa de Misericórdia, a Associação Hospitalar Thereza Perlati, o Hospital São Judas Tadeu e o Hospital da Unimed. Jaú também merece destaque pela quantidade de clínicas médicas.

[editar] Administração

[editar] Hino de Jaú

[editar] Igreja Católica

Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio (futura Catedral)

O município pertence à Diocese de São Carlos. É sede da região episcopal 04 e possui as seguintes paróquias:

  • Matriz Nossa Senhora do Patrocínio (criada em 15 de agosto de 1853 por Dom Antônio Joaquim de Mello)
  • Matriz de São Sebastião (criada em 11 de novembro de 1935 por Dom Gastão Liberal Pinto)
  • Matriz de Nossa Senhora Aparecida (criada em 12 de outubro de 1968 por Dom Ruy Serra)
  • Matriz de São Benedito (criada em 19 de março de 1972 por Dom Constantino Amstalden)
  • Matriz de Nossa Senhora Auxiliadora (criada em 23 de maio de 1995 por Dom Constantino Amstalden)
  • Matriz de São Judas Tadeu (criada em 1 de setembro de 1997 por Dom Joviano de Lima Júnior)
  • Matriz de Nossa Senhora de Fátima (criada em 7 de dezembro de 2007 por Dom Paulo Sérgio Machado)
  • Matriz de São João Batista (criada por Dom Sérgio Machado)
  • Matriz de São Pedro e São Paulo (criada em 2009 por Dom Paulo Sérgio Machado)
  • Matriz de Santa Cruz (Distrito de Potunduva) (criada em 20 de maio de 1936 por Dom Gastão Liberal Pinto)

(Regiões Episcopais da Diocese a partir de fevereiro de 2009: Região Episcopal 01 - São Carlos/ Região Episcopal 02 - Araraquara/ Região Episcopal 03 - Matão/Ibitinga/ Região Episcopal 04 - Jaú/ Região Episcopal 05 - Brotas)

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.

[editar] Ver também

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[editar] Ligações externas

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4 comentarios

petalofucsia -

Que barbaridad qué miserables, en vez de sal le echan una mezcla de sal, para espantar el mal, con una piedra para "atraer".

petalofucsia -

Los dos, tanto Jaú como Jalimat son dos chinos.

petalofucsia -

Los astutos chinos venden jardines zen, la sal es para espantar el mal, las piedras para atraer, y el susodicho Jaú, una persona perversa, y miserable.

petalofucsia -

Tenemos que recoger todo esto y crear nuestra propia iconografía.
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